Dos teares mecânicos para o topo da indústria automobilística.

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Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a Toyota se preparou para ser a maior empresa automobilística do mundo. Primeiramente, aprendeu a fazer carros como os norte-americanos. Depois, a adaptar o modo de produção as peculiaridades do Japão pós-Guerra. Graças aos esforços do engenheiro Taichi Ohno, surge o Sistema de Produção Toyota (TPS), que tem como pilares a eliminação do desperdício, a integração e o envolvimento dos empregados e a busca contínua da qualidade.
Na década de 70, este modelo assombrou o mundo. As empresas ocidentais, que até então se consideravam superiores, começam a se impressionar (e a temer) a eficiência japonesa. Na década de 80, uma pesquisa global foi realizada para analisar e pontuar as diferenças entre a “lean production” japonesa e a produção em massa. Os resultados (como podem ser conferidos no livro “A máquina que mudou o mundo”) mostram a superioridade do processo de produção japonês.
2007 marca uma nova fase para esta companhia tradicional japonesa. Ela acaba de se tornar a maior empresa automobilística do mundo, tirando o posto da General Motors – que mantinha a dianteira por 73 anos.
Engana-se quem acha que o resultado foi comemorado. Katsuaki Watanabe, presidente da empresa, afirmou a revista Exame: “Nossa maior luta é para ser a número 1 em termos de qualidade, não em quantidade”.
Para saber mais:
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