Na maratona futebolística de quarta, quem ri por último…

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Imagem: José Patrício/AE

Na estreia de Thiago Motta, a Azzurra empata contra a Alemanha. 1 a 1 nem bom, nem mal.

Na França, o Brasil se viu novamente a frente do seu carrasco habitual. E com um chute “a La Anderson Silva” do profeta Ramires, que atingiu em cheio o adversário, lhe rendendo uma “tarjeta roja”, eis que o time do Mano, bem vestido para a festa de gala que a Nike montou no Stade d’France (que mais lembrava o Canindé do que o palco da final da Copa de 1998), sofreu a primeira derrota do ano: 1 a 0 para os Bleus, gol de Benzema, artilheiro merengue que vestia a 10, que já vestiu Platini e Zinedine.

Por falar em merengue: no Santiago Bernabeu, a Fúria, atual campeã mundial, venceu a primeira desde a conquista em terras africanas. 1 a 0 contra a Colômbia. Gol chorado de David Silva. Muito pouco para quem se diz detentora do futebol-arte.

E a Argentina… No mesmo dia que viu Messi manter sua supremacia sobre o Portugal de CR7 (2 a 1), viu o sonho do Tri olímpico morrer diante da Celeste (0 a 1), que volta a ser olímpica depois de 80 anos. Chupa Funes Mori!!! Chupa Iturbe!!!

Ainda na sub-20, finalmente o Chile ganha uma partida no hexagonal final (3 a 1 contra a Colômbia) e o Brasil, sem Neymar, Bruno Uvini e Juan, praticamente carimba sua vaga para Londres com a vitória diante do Equador (1 a 0). Menos mal. Seria um vexame ficar de fora da festa londrina. Tão desejada quanto uma Libertadores da América.

Por falar em Libertadores, o Fluminense descobriu que não basta ter um bom time. Vai ter que jogar muita bola e ter muito brio para avançar na competição Sul-americana. Empatou em casa contra o Argentinos Juniors (que foi TT’s global no Twitter no final da noite): 2 a 2, com direito a utilização da arma nada secreta do supercampeão Muricy: chuveirinho na área. E que público pequeno no Engenhão. Até parecia que a torcida sabia o que iria acontecer (Bem que o Fogão do “Papai Joel” tentou avisar).

Assim como foram poucos os presentes no Pacaembu, onde o Corinthians, que sonhava em enfrentar o Guaraní-PAR, teve que se contentar com o Ituano, da terra das “coisas grandes”. E como foi grande o placar: 4 a 0, com dois gols daquele que seria o salvador da pátria, se tivesse estreado 2 semanas antes, contra o Tolima, na pré-Libertadores: Liedson.

E HA, HA, HA para todos.

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